Para vos ser franco, não estou com a mínima inspiração para escrever, nem mesmo para pensar, Porem decidi tentar e ver se me sai algo de jeito e coerente (o que já não acontece à muito tempo, segundo alguns aglomerados de moléculas que por aí vagueiam).
Podia tentar escrever sobre muita coisa. Sobre as incoerências na gestão da política externa, sobre a nova revisão constitucional social-democrata, sobre a guerra política/económica/social/linguística/territorial e estratégica entre Portugal e espanha, sobre o aquecimento global, sobre a falta de água, sobre o universo (ou uma estrela qualquer), sobre DEUS, enfim, sobre tudo, porem, estou a tentar entender, por um pouco que seja, a mente humana (se é que existe).
Alguém me sabe explicar porque é que, por vezes, temos reacções “ilógicas”, reacções que tu mesmo repudias? Porque é que o ser humano não o é, na maior parte do tempo? Porque é que, sendo nós senhores do mundo e de tudo, não conseguimos controlar o mais ínfimo sentimento que nos revoluciona?
Enfim, existem muitas perguntas e muitas poucas respostas a tantas questões. Nem sei bem se será bom responder a estas questões ou não.

Percebo-te tão bem e, por isso, o meu fascínio pela psicologia. Podemos até ser os senhor do mundo, cada um com o seu orgulhozinho de fora, mas não deixamos de sentir. E ao pormos em cima da mesa os sentimentos, sabemos perfeitamente que é algo que está dentro de nós, contudo, por mais que tentamos, é-nos totalmente impossível saber o porquê deste e daquele sentimento. A isto eu chamo binómio sentir/ pensar, algo que vais dar no último ano do secundário, e aí, sim, vais entender que quando escreves não sentes e vice-versa. Deixemo-nos de coisas demasiado complexas e basta-nos apenas e somente sentir. Não é preciso saber o porquê, porque sabemos bem o que leva a tanta racionalidade...
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