Então, qual é o mal de os expressarmos?
Sabes, Estou cansado de ouvir sempre a mesma treta. Sempre a mesma música infernal daqueles que se dizem senhores da sabedoria eterna, da felicidade, verdade. Mas, afinal, que sabem eles a mais que eu da minha própria felicidade? Da minha própria verdade?
NADA! Não sabem nada… todo o seu pertenço conhecimento advém de uma ou outra situação de vida que viveram, se é que viveram. E tudo o resto resume-se a duas palavras “teo-rias”.
Só No entendo uma coisa, PORQUÊ?, porque é que esses aglomerados frustrados de moléculas não deixam viver a vida aos outros? Porque é que esses coisos estão sempre no local errado à hora errada? Poque é que eles têm tanta força sobre o socialmente correcto?
E a que mais me assusta é, porque é que Eu me deixo “vencer” por estes seres que mais parecem correntes sócias das quais ninguém gosta mas toda a gente se prende?…

Porque toda gente se importa com toda gente rapaz, a certa altura num certo sitio alguém disse que ninguém obtém felicidade sozinho. É verdade, tu e eu e todos nós somos arrastados por estas forças sociais pois queremos ser felizes. A questão é, és capaz de encontrar pessoas cuja vida não se baseie no socialmente correcto? Eu sei que sim, pelo menos tento. Agora uma pessoa precisa de apontar os "defeitos" dos outros, de que outra forma pode camuflar os seus próprios? Rapaz, o mundo funciona desta forma, ninguém diz que funciona de forma justa sempre, nem de forma correcta, mas é a nossa personalidade que nos permite mostrar que não está correcto, não é justo! Cada um de nós pode mostrar a nossa imparcialidade ao social e pode ser que talvez um dia toda gente o faça.
ResponderEliminarFica bem rapaz, não te atormentes muito com isso :)
Henrique, O Figueiredo ^^
Se as correntes do mundo fossem tão simples como estes caracteres bem eu estava..
ResponderEliminarO que obviamente não presta sempre me interessou muito. Gosto de um modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no chão.
ResponderEliminarClarice Lispector
O comentário que escreveste não era para aquele post, nem mesmo para o post de cima como dizes, mas, sim, para o de baixo. Só assim é que faz sentido. E uma das coisas que aprendi contigo foi que o óbvio não é óbvio, e daí a razão de te dizer que te amo e que te quero sem confusões e com a minha cabeça no lugar. Cada palavra que sai/ escrevo são ditas pelo coração.
ResponderEliminar