segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Fénix

"Morria entrando em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas."
"Há um paralelo da fénix com o Sol, que morre todos os dias no horizonte para renascer no dia seguinte, tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza."

1 comentário:

  1. Henrique, o Figueiredo23 de novembro de 2010 às 19:57

    Há um paralelo entre a fénix e nós próprios então, todos os dias me deito como cinzas, sem saber se acordo no dia seguinte, mas no dia seguinte renasci. As cinzas do passado, essas são as importantes, as vezes ficam lá, no ninho, no leito de nascimento e de morte. Ficam, ficam se as deixarmos e apesar de tudo, muitos de nós as carregam com eles em cada dia, apenas para acumular mais e mais cinzas. Curioso, toda a gente vê a fénix como o animal mítico, belo e raro, mas as cinzas, apenas sabem da sua existência, ninguém as vê, ninguém as classifica... Mas as cinzas estão lá e pode se gostar de algo parcialmente? Acredito que se tem de gostar de um todo. Portanto penso, na próxima vez que conhecer alguém, quero ver as suas cinzas, pode ser que até goste mais dessa pessoa do que inicialmente pensei.
    Resposta do Henrique no dia 23/11/10 (digo isto, porque provavelmente daria outra resposta noutro dia...)

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