
De são e de louco todos temos um pouco, com certeza já ouviram esta experssão, mas suponho quenão é levado com a devida seriedade. Ali estava eu sentado, refletia os meus crimes, pensei, eunão estou louco, pois apenas quem não sabe que está louco é que o está, qyem se julga louco é porque não o é.
Dei-lhe um pontapé, dei-lhe um pontapé, penso agora que não tenho remorsos, nem eu nem todos os outros. Fizemos um favor à sociedade, aquelas pessoas não mereciam viver, “Eram pedantes, não acreditavam se não na sua satisfação”. Disseram, foi um momento de loucura, mas que é essa coisa expantosa, loucura, apenas um ponto de vista! Homens vestidos a rigor a avaliarem-me a mim, a mim, como um louco. Loucos são eles pois têm aquela papelada e aquele constrangimento social, “são bichos”, bichos infelizes. Eu, “eu pairo acima da estupidez humana”, sou feliz, sou único, SOU LOUCO!
Dei-lhe um pontapé, dei-lhe um pontapé, penso agora que não tenho remorsos, nem eu nem todos os outros. Fizemos um favor à sociedade, aquelas pessoas não mereciam viver, “Eram pedantes, não acreditavam se não na sua satisfação”. Disseram, foi um momento de loucura, mas que é essa coisa expantosa, loucura, apenas um ponto de vista! Homens vestidos a rigor a avaliarem-me a mim, a mim, como um louco. Loucos são eles pois têm aquela papelada e aquele constrangimento social, “são bichos”, bichos infelizes. Eu, “eu pairo acima da estupidez humana”, sou feliz, sou único, SOU LOUCO!
(Reflexão sobre o teatro escolar da Escola secundária Miguel Torga)
Feito por: Henrique, O Figueiredo.
Atenção aos erros ortográficos, pá. :)
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